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Diminuição no Apoio a Sobreviventes em Ishikawa Causa Preocupação

Na cidade de Suzu, enfrenta dificuldades crescentes para fornecer alimentação adequada aos seus residentes

Diminuição no Apoio a Sobreviventes em Ishikawa Causa Preocupação
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Em Ishikawa, mais de 3.300 pessoas ainda se encontram vivendo em centros de evacuação na província. Garantir que esses sobreviventes recebam apoio adequado continua sendo uma prioridade crucial em meio à reconstrução da região.

Enquanto para alguns, a vida aos poucos retoma sua normalidade, a situação permanece desafiadora para muitos outros.

Na cidade de Nanao, um sinal de progresso foi observado, com todas as escolas do primeiro ciclo do ensino fundamental retomando a distribuição de almoços a partir desta semana. Para os alunos beneficiados, esse simples ato ganhou uma nova significância, como expressou uma estudante: "Agora entendo o quão valioso era o almoço de cada dia".

Porém, em contrastante desafio, na cidade de Suzu, um centro de evacuação enfrenta dificuldades crescentes para fornecer alimentação adequada aos seus residentes. Cerca de 60 sobreviventes do terremoto ainda não conseguiram encontrar moradia temporária desde o desastre, ocorrido no dia de Ano Novo.

O grupo responsável pela administração do centro relatou uma queda significativa no número de voluntários disponíveis para preparar refeições este mês. Além disso, o fluxo de assistência à região também diminuiu, o que é motivo de grande preocupação para os sobreviventes que dependem desses recursos.

Um dos homens abrigados no centro expressou sua angústia: "Precisamos de suprimentos para sobreviver. Mesmo que as refeições preparadas por voluntários não venham com a mesma frequência de antes, espero que continuem ajudando".

Diante dessa situação crítica, os administradores de centros de evacuação e autoridades dos municípios em Ishikawa estão se mobilizando. Recentemente, realizaram a primeira reunião para discutir estratégias de apoio para pessoas que não têm como sair dos centros de evacuação. Com o compromisso de realizar encontros semanais, espera-se que essa cooperação intensificada possa trazer alívio para os mais vulneráveis durante essa fase desafiadora de reconstrução e recuperação.

Fonte/Créditos: Da redação

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