Portal RPJNEWS

MENU

Notícias / Economia

Japão experimenta inflação pela primeira vez em 41 anos

Índice composto excluindo alimentos in natura e energia, que registrou um aumento de 4,2%

Japão experimenta inflação pela primeira vez em 41 anos
A-
A+
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

O Japão parece estar experimentando um período de inflação após décadas de deflação. O aumento dos preços é observado tanto em bens quanto em serviços, embora o impacto da pandemia tenha influenciado negativamente a taxa de aumento nos serviços. Essas mudanças econômicas podem ter implicações significativas para a população e a política monetária no país.

O aumento de 4,2% no índice composto, excluindo alimentos in natura e energia, representa a primeira taxa de crescimento em 41 anos e 6 meses, desde setembro de 1981 (excluindo o impacto da introdução do imposto sobre o consumo).

Este é um desenvolvimento significativo, indicando uma mudança na tendência de longo prazo de deflação no Japão. A referência à exclusão do impacto da introdução do imposto sobre o consumo indica que o aumento registrado não está relacionado a eventos pontuais de política fiscal, mas representa uma mudança mais ampla nas condições econômicas.

Estrangeiros que buscam assimilar-se à cultura japonesa e adotar um estilo de vida local, o aumento de preços pode influenciar suas escolhas de consumo e hábitos diários.

Para estrangeiros que estão empregados no Japão, o aumento dos preços pode influenciar suas condições financeiras, especialmente se os salários não acompanharem o ritmo da inflação. Estudantes internacionais ou trabalhadores temporários, podem enfrentar desafios adicionais ao lidar com o aumento de preços, pois podem ter recursos limitados.

É importante observar que o impacto do aumento de preços pode variar de pessoa para pessoa, dependendo de diversos fatores, como o tipo de residência, nível de renda, ocupação e estilo de vida.

 

Fonte/Créditos: Da redação

Créditos (Imagem de capa): REUTERS

Comentários: