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Polícia tenta justificar porque não prendeu o agressor das brasileiras em Toyohashi e diz“Japão as leis é diferente do exterior“

Toshio Sudo acompanhou as vítimas de um agressor japonês até o advogado e a polícia

Polícia tenta justificar porque não prendeu o agressor das brasileiras em Toyohashi e diz“Japão as leis é diferente do exterior“
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Imagina um estrangeiro com um taco de beisebol atacando uma japonesa e bater em seu carro, o que aconteceria?

Toshio Sudo acompanhou as vítimas de um agressor japonês até o advogado e a polícia. Juliana Araújo e Aiko Sato foram perseguidas por um japonês com um taco de beisebol, tentando agredi-las em um bairro de Toyohashi, na província de Aichi-Ken.

Juliana, que chegou a ser agredida no braço, conseguiu segurar o agressor até a chegada da polícia. No entanto, para piorar a situação, elas foram discriminadas e humilhadas pela polícia, que não prendeu o agressor.

JULIANA ARAÚJO E AIKO SATO SÃO MORADORAS DA CIDADE DE TOYOHASHI

 No Japão, é proibido portar taco de beisebol, até mesmo no carro, e este tipo de agressão é considerado tentativa de homicídio. Durante uma conversa com o policial que atendeu Toshio Sudo, foi observado um claro descaso e deboche.

É extremamente preocupante e lamentável ver relatos de violência e discriminação como esse. Nenhuma pessoa deveria ser submetida a tal tratamento, especialmente quando estão buscando proteção e justiça após serem vítimas de agressão.

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É alarmante que o agressor não tenha sido detido, especialmente considerando a gravidade da situação e as leis locais que proíbem o porte de armas como o taco de beisebol. A falta de resposta adequada das autoridades policiais é profundamente perturbadora e sugere falhas sérias no sistema de justiça

Fonte/Créditos: Da redação

Créditos (Imagem de capa): RPJNEWS-Juliana Araújo e Aiko Sato

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