A adolescente Marin Higuchi, de 15 anos, que estava desaparecida desde janeiro na cidade de Tokamachi, foi encontrada morta após meses de buscas. A identificação foi confirmada pela polícia de Nagaoka no dia 15.

O corpo havia sido localizado anteriormente, em 9 de abril, em um banco de areia às margens do Rio Shinano, na cidade de Nagaoka, a cerca de 28 quilômetros, em linha reta, da residência da jovem.

De acordo com a autópsia, a causa da morte foi provavelmente afogamento, e há indícios de que Marin estivesse morta há vários meses. A perícia não encontrou sinais aparentes de violência, o que, até o momento, afasta a hipótese de crime, embora o caso siga sob investigação.

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Desaparecimento cercado de mistério

Marin foi vista pela última vez na noite de 26 de janeiro, pouco depois das 19h, após jantar com a família. Segundo relatos, ela deixou a sala de estar de sua casa e não foi mais vista.

A porta da residência estava destrancada, e itens pessoais como sua jaqueta preta e botas haviam desaparecido, levantando a suspeita de que ela teria saído sozinha a pé.

Durante as buscas, a polícia recebeu mais de 170 relatos de possíveis avistamentos em diversas regiões do país, incluindo as províncias de Chiba, Hokkaido e Nagano. No entanto, nenhuma dessas informações levou à localização da adolescente.

Imagens de câmeras de segurança próximas à residência também foram analisadas, mas não registraram a presença de Marin, inclusive na estação mais próxima da região.

Um dos principais indícios considerados pelos investigadores foi um relato de avistamento na Ponte Tsumari Ohashi, a cerca de 3 quilômetros da casa da jovem. A partir dessa informação, equipes intensificaram as buscas na região, incluindo o uso de drones para varredura das margens do rio.

Investigação segue aberta

A descoberta do corpo encerra a busca, mas não o caso. A polícia segue apurando as circunstâncias que levaram à morte da adolescente, incluindo a possibilidade de queda acidental no rio.

A tragédia levanta questionamentos sobre o que teria ocorrido nas horas seguintes ao desaparecimento, ainda envoltas em incerteza.

FONTE/CRÉDITOS: Da redação