Washington, D.C. - Em um cenário de crescente tensão no Oriente Médio, o presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu um ultimato ao líder supremo do Irã. Em uma declaração em sua rede social, Trump afirmou que não o mataria "por enquanto", mas alertou que a "paciência [dos EUA] está se esgotando".

Trump alegou saber a localização exata de Khamenei, classificando-o como um "alvo fácil". Em seguida, o presidente acrescentou que o líder supremo iraniano estaria "seguro lá" e fez um pedido direto: "Rendição incondicional". Ele reforçou: "Não vamos matá-lo, pelo menos não por enquanto". Contudo, Trump advertiu Khamenei sobre quaisquer disparos contra civis e soldados norte-americanos, enfatizando a diminuição da paciência dos EUA.

Antes das ameaças, Trump havia informado que o espaço aéreo do Irã já estaria sob total controle. A escalada de tensões foi precedida pelo envio de dois porta-aviões dos EUA ao Oriente Médio na véspera, um sinal claro de apoio a Israel no conflito.

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Israel iniciou ataques contra o Irã na sexta-feira (13), com o objetivo declarado de desmantelar o programa nuclear iraniano. Desde então, os dois países têm trocado ataques.

Uma hora após o início das ofensivas israelenses, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou que o país não estava envolvido nos ataques. "Israel tomou medidas unilaterais contra o Irã. Não estamos envolvidos em ataques contra o Irã e nossa principal prioridade é proteger as forças americanas na região", afirmou Rubio em um comunicado divulgado pela Casa Branca nas redes sociais.

FONTE/CRÉDITOS: Da redação