BRASÍLIA, BRASIL – A imposição de tornozeleira eletrônica ao ex-presidente Jair Bolsonaro pela Polícia Federal, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), ecoou rapidamente no cenário internacional, gerando manifestações de apoio e condenação às medidas. Vozes influentes do exterior, ligadas a um espectro político conservador, se levantaram em defesa do ex-líder brasileiro.

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Pelas redes sociais, Alex Bruesewitz, assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não hesitou em criticar a ação das autoridades brasileiras. "O que Alexandre de Moraes e o Supremo Tribunal Federal estão fazendo com o presidente Bolsonaro é perverso e errado", escreveu Bruesewitz, endossando a narrativa de perseguição política.

Do outro lado do Atlântico, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, publicou uma mensagem direta a Bolsonaro, pedindo que o aliado "continue lutando". Orbán foi ainda mais incisivo em sua crítica às medidas judiciais brasileiras. "Ordens de silêncio, proibições em redes sociais e julgamentos com motivação política são ferramentas de medo, não de justiça", declarou o premiê húngaro, em uma publicação que rapidamente ganhou repercussão.

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As manifestações de Trump e Orbán sublinham a polarização global em torno de figuras políticas como Bolsonaro, e a forma como decisões internas do judiciário brasileiro podem reverberar em escala internacional, especialmente entre líderes e movimentos com afinidades ideológicas.

FONTE/CRÉDITOS: Da redação