O Japão enfrenta um junho atipicamente quente, com a temperatura média nacional registrando um aumento de 2,34 °C em relação à média histórica — a mais alta desde o início das medições em 1898. Esse valor supera o recorde anterior de 1,43 °C, registrado em 2020.

Segundo a Agência Meteorológica do Japão, o fenômeno é resultado do fortalecimento do sistema de alta pressão do Pacífico, que tem mantido o país sob a influência de massas de ar quente. A expectativa é de que o calor intenso continue em todo o território japonês por pelo menos mais um mês.

As autoridades alertam para os perigos das temperaturas elevadas, como desidratação e insolação, e recomendam que a população redobre os cuidados, mantendo-se hidratada, evitando exposição prolongada ao sol e utilizando ventiladores ou ar-condicionado sempre que possível.

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Diante de um cenário que pode se agravar com as mudanças climáticas, o calor extremo reforça a importância de políticas públicas de adaptação e conscientização sobre os riscos à saúde causados pelas ondas de calor cada vez mais frequentes.

 
 
FONTE/CRÉDITOS: Agência Meteorológica do Japão