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Quarta-feira, 13 de Maio 2026
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JAPÃO TEM JUSTIÇA PARA ESTRANGEIROS? CASO DE ALUNA CAUSA INDIGNAÇAO

RPJNews
Por RPJNews
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✅ Apoie a RPJ inscrevendo-se ✅ Toshio Sudo- 080-3086-9860 ✅ Veja matéria no portal - rpjnews.com A jovem se tornou símbolo de revolta e indignação entre estrangeiros no Japão após denunciar negligência escolar, omissão institucional e dificuldades extremas para buscar justiça. Erina sofreu uma grave lesão cervical durante uma atividade física escolar após ser pressionada pela professora, identificada como Ikeno Sensei, a continuar os exercícios mesmo reclamando de fortes dores e limitações físicas. Veja os principais problemas e falhas denunciados pela família no caso Erina: -Pressão da professora para que Erina continuasse os exercícios físicos mesmo relatando fortes dores e limitações. -Uso do conceito de “gaman” para incentivar a estudante a suportar sofrimento físico durante a atividade escolar. -Possível negligência da escola ao não interromper imediatamente a atividade após os sinais de lesão. -Demora no socorro à estudante, que teria permanecido sem atendimento adequado das 10h até aproximadamente 16h. -Gravidade da lesão cervical, que deixou Erina com limitações físicas severas e comprometimento da voz. -Falta de assistência adequada e contínua por parte da instituição escolar após o acidente. -Sensação de omissão das autoridades educacionais japonesas diante do caso. -Dificuldades enfrentadas pela família para buscar justiça no sistema japonês. -Tribunal japonês teria dificultado o direito da família de utilizar intérprete durante o processo judicial. -Percepção da família e da comunidade de que há tentativa de proteger a escola e a professora envolvida. -Ausência de apoio institucional, financeiro e jurídico à família da vítima. -Comportamento da ex-advogada Kunju Murakami, acusada pela família de abandonar o caso e fazer ameaças. -Falta de respostas efetivas das autoridades japonesas diante das denúncias apresentadas. -Sensação de discriminação e desigualdade no tratamento de estrangeiros dentro do sistema japonês. -Questionamentos sobre a atuação da polícia e das instituições diante da gravidade do caso. -Postura passiva do pai de Erina, que, segundo a mãe, acredita que “não vai dar em nada” e não estaria ajudando ativamente a filha. -Necessidade da família recorrer à imprensa por falta de apoio e solução oficial. -Revolta da comunidade brasileira e estrangeira diante da ausência de responsabilização até o momento.
FONTE/CRÉDITOS: Youtube

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