TÓQUIO — O Mainichi Shimbun, um dos maiores jornais do Japão, demitiu um ex-executivo de 56 anos sob acusação de praticar atos obscenos com uma jovem, em caso que está sendo investigado como possível violação da Lei de Proibição da Prostituição Infantil e Pornografia Infantil. O homem, que ocupava o cargo de chefe do departamento de auditoria interna do Mainichi Shimbun Group Holdings, foi encaminhado ao Ministério Público pela Polícia Metropolitana de Tóquio.

Detalhes do caso

Repercussão e silêncio institucional

O caso chama atenção pelo perfil do acusado:
✔ Alto cargo em um dos maiores grupos de mídia do Japão;
✔ Função ligada à auditoria interna, setor que deveria zelar pela conformidade ética da empresa.

Especialistas em direito penal destacam que, se confirmadas as acusações, o caso pode expor falhas nos mecanismos de controle corporativo mesmo em empresas de grande reputação.

Próximos passos

O Ministério Público de Tóquio deve decidir nas próximas semanas se formaliza a acusação. Enquanto isso, a vítima e sua família têm direito ao anonimato sob a lei japonesa.

FONTE/CRÉDITOS: Da redação