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Rio de Janeiro – Um dos adolescentes investigados por envolvimento no plano de ataque ao show da cantora Lady Gaga, realizado no último sábado (3), em Copacabana, está sendo acusado de planejar ações com motivação terrorista. De acordo com a delegada responsável pelo caso, o jovem chegou a ameaçar matar uma criança ao vivo durante uma transmissão, o que motivou a abertura de inquérito por terrorismo e induzimento ao crime.
A operação, batizada de Fake Monster, foi conduzida pela Polícia Civil em parceria com o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e conseguiu impedir o atentado planejado por um homem adulto e o adolescente.
Segundo as investigações, ambos faziam parte de um grupo extremista que recrutava novos membros — incluindo menores de idade — para organizar ações coordenadas com uso de artefatos explosivos caseiros e coquetéis molotov. O objetivo do grupo seria conquistar notoriedade nas redes sociais por meio de um “desafio coletivo”, envolvendo ataques simultâneos.
A Polícia Civil segue com as apurações para identificar outros possíveis envolvidos e compreender o alcance da célula extremista.
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