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Quarta-feira, 20 de Maio 2026
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Vergonha ou orgulho? Maioria dos brasileiros reprova atuação do STF, aponta Datafolha

Entre os entrevistados, 58% dizem sentir vergonha da Suprema Corte; rejeição é ainda maior entre bolsonaristas e evangélicos

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Vergonha ou orgulho? Maioria dos brasileiros reprova atuação do STF, aponta Datafolha
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Uma pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta sexta-feira (27) revela que 58% dos brasileiros afirmam sentir vergonha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto apenas 30% dizem ter orgulho da Corte. Outros 12% não souberam ou preferiram não responder.

O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 11 de junho, com 2.004 pessoas em 136 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pergunta feita aos entrevistados foi se eles tinham "mais orgulho do que vergonha ou mais vergonha do que orgulho" em relação a uma série de instituições, incluindo o STF.

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Rejeição é maior entre bolsonaristas e evangélicos

O índice de reprovação à Suprema Corte sobe significativamente entre os eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): 82% disseram ter vergonha do STF, enquanto apenas 12% afirmaram ter orgulho dos ministros.

Já entre os apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o sentimento é dividido. 52% disseram sentir orgulho, enquanto 36% afirmaram ter vergonha dos integrantes da mais alta instância do Judiciário.

Entre os evangélicos, a crítica é ainda mais intensa: 66% expressam vergonha em relação ao STF, e apenas 22% demonstram orgulho. No grupo dos católicos, os números são um pouco menos críticos: 56% sentem vergonha e 33% têm orgulho dos ministros.

Críticas crescentes e polarização

A pesquisa reflete a crescente polarização política e os embates constantes entre setores da sociedade e o STF, especialmente após decisões envolvendo liberdade de expressão, redes sociais, e figuras públicas associadas a movimentos extremistas ou antidemocráticos.

O resultado também reforça o desafio enfrentado pela Suprema Corte de manter sua legitimidade e confiança pública em um ambiente político cada vez mais dividido.

FONTE/CRÉDITOS: Datafolha
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Reportagem comunitária integrando brasileiros no exterior

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